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13/05/09 - 00h27 - Atualizado em 13/05/09 - 00h27
Em tom de brincadeira, Luxa diz: 'Marcos só é perigoso nas declarações no campo'
Treinador do Palmeiras brinca com o ídolo após a partida contra o Sport
GLOBOESPORTE.COM Recife
Mais uma vez em sua carreira, o goleiro Marcos saiu como herói após a decisão de pênaltis contra o Sport, que garantiu ao Palmeiras a classificação às quartas-de-final da Taça Libertadores. Ao final da partida, o técnico Vanderlei Luxemburgo elogiou o ídolo da torcida alviverde. Mas não perdeu a chance de brincar com jogador (assista à entrevista no vídeo ao lado).
- Marcos já tem história no futebol brasileiro. Ele só é perigoso nas declarações dentro de campo. Aí ele é perigoso para mais de metro. Principalmente quando o time perde a partida. Aí ele sai metralhando, arrumando confusão – brincou.
A vitória sobre o time pernambucano foi a quinta do goleiro nos pênaltis em Libertadores. Agora, o Palmeiras conta com o ídolo para passar pelo Nacional-URU nas quartas de final da competição.
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27.4.09
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Educação
terça-feira, 28 de abril de 2009, 22:41 | Online
Escola particular para carentes é a 1ª do Enem em São Paulo
A Engenheiro Juarez Wanderley, de São José dos Campos, desbancou colégios tradicionais
O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Na melhor escola de São Paulo ninguém paga mensalidade. Os alunos do Colégio Engenheiro Juarez Wanderley, de São José dos Campos, obtiveram a melhor pontuação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado em 2008. A nota 76,02 (em 100) foi também a 8ª mais alta do País. Todos são ex-estudantes do ensino público que passaram em uma concorrida seleção para estudar em um colégio mantido pela fabricante de aviões Embraer. A empresa investe R$ 14 mil por aluno ao ano. E eles superaram colegas dos tradicionais Bandeirantes, Vértice e Etapa, cujos pais desembolsam quase o dobro para mantê-los nesses colégios.
Colégio Eng. Juarez Wanderley
Colégio Vértice (Unidade II)
Colégio Bandeirantes
Colégio Etapa
Colégio Mobile
Colégio Mater Amabilis
Centro Fed. de Educ. Tecnológica
Colégio Santa
Colégio Etapa
Col. Agostiniano Mendel
linkEspecial: tudo sobre o Enem
linkRanking: as 1000 escolas mais bem colocadas
A única escola pública de São Paulo a aparecer na lista das dez melhores é um centro federal, que dá formação técnica e seleciona seus alunos. A melhor escola pública estadual paulista surge só em 70º lugar e fica em Taboão da Serra. Na lista geral do Brasil, o Colégio São Bento, do Rio, instituição religiosa e uma das únicas que ainda só aceitam meninos, teve o melhor desempenho pela terceira vez.
O criador da prova e atual secretário estadual da Educação, Paulo Renato Souza, critica a divulgação das notas. Ele diz que os alunos que participam em cada escola não necessariamente representam uma média dos que lá estudam, uma vez que o exame é voluntário. Mas o MEC sustenta que a informação é relevante. A primeira lista saiu em 2006. Neste ano, o Enem será ampliado e deve se tornar um grande vestibular nacional. A partir dele, já será possível comparar os resultados ano a ano, porque os exames passarão a ter o mesmo nível de dificulde
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Envolvimento dos pais melhora rendimento escolar
Cristina Castro El País em Madri
Uma pesquisa realizada na Espanha mostrou que o envolvimento dos pais na educação dos filhos é o fator mais determinante no êxito escolar. Nesta quinta-feira (23), a Fundación de Cajas de Ahorros apresentou o estudo "Educação e família: os pais diante da educação geral de seus filhos na Espanha", realizado por Víctor Pérez-Díaz, catedrático da Universidade Complutense, Juan Carlos Rodríguez, professor da mesma universidade, e Juan Jesús Fernández, doutorando na Universidade de Berkeley (EUA).
Segundo o relatório, realizado a partir de 820 entrevistas com pais e mães de alunos em maio e junho de 2008, 56% dos pais ajudam com frequência os filhos nos deveres escolares, 17% a mais que em 2000. Também aumentou o número dos que acompanham os filhos ao teatro (de 23% para 34%) ou a museus (de 19% para 48%). Um número maior de pais também participa de reuniões com os professores (95%).
Esses dados ganham relevância diante da tese de seus autores, de que a solução para os problemas educacionais passa mais por uma mudança de atitude dos pais, professores e alunos do que por um tratamento político/legislativo da situação. A professora sueca Inger Enkvist, especialista em educação comparada, mostrou que uma pesquisa realizada na Califórnia (EUA) concluiu que, além do nível educativo, social e econômico dos pais, a atitude da família é o que mais influi na educação dos filhos. Como responsáveis pelo aprendizado de seus filhos, os pais dão a si mesmos uma nota alta em envolvimento (4,1 em 5) e valorizam o esforço dos colégios para inculcar hábitos de esforço (3,9 em 5), urbanidade (4,1) e senso de responsabilidade (4,1). No entanto, 45,9% dos pais acreditam que o nível de exigência é baixo demais. Outros 44,6% consideram que é adequado, e 5,5%, alto demais.
Para eles, é mais importante (segundo 63%) que o colégio ensine "os estudantes a conviver entre si e a estar à vontade, evitando disputas", que "cada aluno tente se destacar nos estudos dando o máximo de si mesmo" (29%). Por outro lado, cresce a percepção de que aumentam os problemas de disciplina. Até 16% mencionaram que seus filhos haviam recebido advertências e 12% declararam que seus filhos se sentiam assediados. Embora a sensação dos pais diante de si mesmos e dos colégios seja positiva quanto à educação, as notas diminuem e ficam em 3 em 5 quanto à qualidade do ensino. (Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves)
Conteúdo extraído do Clipping Educacional
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Sexta, 17 de abril de 2009, 10h24 Atualizada às 11h28
Usuário de rede social tira notas mais baixas, diz estudo
O Facebook é a rede social mais popular do mundo, com mais de 200 milhões de usuários, mas alguns especialistas garantem que o site prejudica o rendimento acadêmico e pode inclusive provocar transtornos no desenvolvimento emocional.
» Estudo liga redes sociais à depressão entre meninas
» Redes sociais podem criar e desfazer amizades
» Sites encorajam ilusões e preocupam psiquiatras
Dois estudos publicados nesta semana nos EUA trazem más notícias para os viciados em atualizar seu perfil ou em fofocar entre as fotos de seus contatos no Facebook, abrindo o debate sobre as conseqüências do uso cada vez mais freqüente desta e de outras redes sociais, como o Orkut.
Notas baixas
Em um dos estudos, pesquisadores da Universidade de Ohio compararam os resultados acadêmicos de mais de 200 estudantes e chegaram à conclusão de que o Facebook não é uma boa companhia para os livros.
Os universitários que utilizavam a rede social na época do estudo obtiveram notas média de entre 3 e 3,5 pontos sobre um máximo de 5.
Por outro lado, os que disseram não utilizar a página alcançaram uma média de entre 3,5 e 4.
Os membros da rede social reconheceram que estudavam apenas entre uma e cinco horas por semana, frente às 11 horas dedicadas aos livros por aqueles que não entram no site.
Obviamente, o relatório não pode excluir outros aspectos que influem no rendimento acadêmico, mas os autores do estudo acham que existe uma relação.
"Não se pode afirmar que o Facebook faça um estudante estudar menos ou ter notas piores, mas está relacionado de forma alguma e é preciso olhar para este problema mais a fundo", afirmou Aryn Karpinski, responsável pelo relatório.
Karpinski - que garante não ter um perfil na rede social - disse à Agência Efe que, já que o Facebook parece ter vindo para ficar, os professores deveriam pelo menos tentar aproveitá-lo de alguma forma.
"Professores e administradores teriam que considerar aproveitar a popularidade da página e usá-la talvez como ferramenta educativa. Há pesquisa e interesse em desenvolver aplicações educativas nas redes sociais", disse a pesquisadora.
Para Karpinski, este estudo e outros similares deveriam ser usados "para iniciar uma saudável discussão sobre o uso do Facebook entre a população universitária. Muitos membros das faculdades não sabem nada sobre este fenômeno".
Prejuízo emocional
Outro relatório divulgado nesta semana, realizado pelo Instituto do Cérebro e da Criatividade da Universidade do Sul da Califórnia, afirma que abusar do Facebook pode afetar o desenvolvimento de emoções humanas como a compreensão e a admiração.
O estudo se concentra no prejuízo emocional provocado pelo excesso de informação ao qual estão expostos os usuários do Facebook ou de serviços como Twitter, pois os seres humanos são lentos para processar sentimentos como a compaixão e a admiração.
Por exemplo, depois de ler pela enésima vez que um de nossos 300 contatos no Facebook teve um dia de cão, somos incapazes de sentir algo por esta pessoa.
"Precisamos de um pouco de tempo e reflexão para processar alguns tipos de pensamento, especialmente a tomada de decisões morais sobre a situação física e psicológica de outras pessoas", disse Mary-Helen Immordino-Yang, uma das autoras do relatório.
EFE
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